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sábado, 13 de novembro de 2010

"Adoro essa sua cara de sono"♫


 Foi bom te reencontrar e sentir no meu rosto a sua baraba mal feita, durante um simples cumprimento, que possivelmente foi a nossa despedida, pois agora eu preciso ir, meu Doce Devaneio está a minha espera, e mesmo que ele não me abrace, preciso ficar ao lado dele, preciso me afastar de você, pois mais cedo ou mais tarde isso iria acontecer.
Você transpareceu está tão feliz e bem-humorado, fico feliz por isso, mesmo que eu não tenha causa nenhum impacto em você, que se mostrou tão resistente e inabalável. Você se fez e faz querido à mim.
Mesmo que eu não viva (com) esse Doce Devaneio, é o sorriso dele que me dá forças para prosseguir, e assim é muito mais fácil me afastar de ti, porque assim não dói, ou pelo menos amenizar a dor, que passa a ser cada vez menos frequente.
Você não deixará de ser querido, mas sua presença agora não me provoca mais aquela insegurança e nem o frio na barriga como antes. Agora és um amigo, que quase não vejo e não tenho tanta intimidade, mas que mesmo depois de tanto tempo quado voltas sempre me cativas da mesma forma, e me faz rir. Mas não tiro, nem diminuo o seu valor, foi especial te conhecer e muito bom ter tido você aqui. Boa Sorte em seus voos ! Siga em frente e seja feliz!

sábado, 4 de setembro de 2010

♫“Levando em suas asas os meu dias” ♪


Estava eu comendo, distraída e quieta, nem ai pra vida, quando de repente apareceu um passarinho voando perto de nós (meus amigos e eu), me impressionei ao vê-lo, mas me contive, para não demonstrar as emoções. Ele fez suas gracinhas e me deixou com um leve desejo de vê-lo novamente, mas como suas asas lhe davam muita liberdade, eu não poderia controlar seu destino. A impressão que tenho, é de que esse foi mais um dos meus devaneios...

Por um leve momento pensei em arrumar uma gaiola e guardá-lo só pra mim, mas achei injusto tomá-lo assim. Então o deixei livre (como se essa decisão coube-se a mim), e quando quisesse pousaria novamente ao meu lado.

Outro dia estava passeando pelas ruas da cidade e vi uma gaiola com um pássaro, de primeiro momento nem reparei, mas logo em seguida recordei-me de “meu” pássaro, e quando prestei mais atenção pude observar que realmente era ele. Tive uma enorme vontade de libertá-lo, porém não cabia a mim fazê-lo. Mas quando observei mais uma vez o pássaro em sua gaiola, percebi que não havia tristeza em sua face, mas também não o vi cantando como cantou quando esteve perto de mim, entre tanto ele não poderia mais fazer as suas manobras; Por isso contive meu desejo e não me atrevi a liberta-lo.

Continuei a andar pelas ruas das cidades, tentando distrair-me e questionando-me se algum dia o veria livre novamente, porém convicta, de que sempre levarei comigo a sua lembrança. E o seu lindo canto. Mas me confortarei em saber que estará feliz.