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segunda-feira, 20 de setembro de 2010



Não fomos criados para morrer, mas essa talvez seja a única certeza que muitos tem. Aqueles que tiveram que se adaptar as suas frias, e talvez cruéis, realidades. Muitos que acreditam que seja só isso, nada a mais nada menos.

Porém teve um que nos prometeu a vida eterna, e que por mais que tenhamos que abrir mão de muitas coisas e passar por cimas das incertezas que nos afligem, e que sempre faz passar por prova a nossa fé, que insiste em nos fazer desacreditar de tudo que nós prezamos; Ele nunca nos deixa só, pois mesmo que tenhamos aflições, nós iremos vence-las com fé, assim como Ele venceu.

sábado, 4 de setembro de 2010

♫“Levando em suas asas os meu dias” ♪


Estava eu comendo, distraída e quieta, nem ai pra vida, quando de repente apareceu um passarinho voando perto de nós (meus amigos e eu), me impressionei ao vê-lo, mas me contive, para não demonstrar as emoções. Ele fez suas gracinhas e me deixou com um leve desejo de vê-lo novamente, mas como suas asas lhe davam muita liberdade, eu não poderia controlar seu destino. A impressão que tenho, é de que esse foi mais um dos meus devaneios...

Por um leve momento pensei em arrumar uma gaiola e guardá-lo só pra mim, mas achei injusto tomá-lo assim. Então o deixei livre (como se essa decisão coube-se a mim), e quando quisesse pousaria novamente ao meu lado.

Outro dia estava passeando pelas ruas da cidade e vi uma gaiola com um pássaro, de primeiro momento nem reparei, mas logo em seguida recordei-me de “meu” pássaro, e quando prestei mais atenção pude observar que realmente era ele. Tive uma enorme vontade de libertá-lo, porém não cabia a mim fazê-lo. Mas quando observei mais uma vez o pássaro em sua gaiola, percebi que não havia tristeza em sua face, mas também não o vi cantando como cantou quando esteve perto de mim, entre tanto ele não poderia mais fazer as suas manobras; Por isso contive meu desejo e não me atrevi a liberta-lo.

Continuei a andar pelas ruas das cidades, tentando distrair-me e questionando-me se algum dia o veria livre novamente, porém convicta, de que sempre levarei comigo a sua lembrança. E o seu lindo canto. Mas me confortarei em saber que estará feliz.